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quase um ano de futurosastronomos.zip.net!!!!



- Enviado por: Emilly às 16h32
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Curiosidade

maior estrela conhecida: Epsilon Auriga e é 1278 vezes maior que o Sol.

 

Sobre Saturno ...

rotação de saturno : 10 horas e 40 min

entre o anel A e B tem a lua Cassini.

Titã leva 15,94 dias para orbitar saturno.

Titã tem diâmetro maior do que o de Plutão e o de Mercúrio.

Titã tem 40% do tamanho da Terra,mas sua atmosfera se estende a uma altitude 10 vezes superior à da Terra.Sua atmosfera é composta principalmente de  azoto e metano.

Os anéis de saturno são principalmente constituídos de silicatos e gelo.

16 dos satélites de saturno rodam sicronizadamente.

Satélites langragianos são pares de Luas que partilham a mesma órnita.

Os pontos langragianos localizam-se 60º à frente ou atrás na órbita do satélite maior.

Um satélite pequeno orbita no ponto langrangiando do satélite maior.

Satélites langragianos

Helena é satélite langrangiano de Dione.

Calisto e Telesto são de Tétis.

Magnetosfera é um tipo de escudo que saturno possui contra o vento solar.

acima saturno e a seu lado imagens do céu...

abaixo uma foto da nebulosa de caranguejo uma das mais estudadas originada pela explosão de uma supernova vista por chineses há muito tempo.

essa é uma das melhores fotos que se tem dessa nebulosa...tirada pelo Hubble...

o gigante júpiter...

 

Essas informações colocadas nesse post foram retiradas do site http://www.portaldoastronomo.org/  um site muito bom com várias informações...

fonte: portaldoastronomo.org

 

ass: emilly



- Enviado por: Emilly às 10h32
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Asteróide gigante a caminho da Terra

 

 

Apophis, na mitologia egípcia, é o espírito do mal e da destruição, um demônio determinado a mergulhar o mundo nas trevas eternas. Um nome perfeito, segundo astrônomos, para uma ameaça do espaço à Terra, como aponta reportagem do jornal britânico “Guardian”

Cientistas estão monitorando o avanço de um asteróide de 390 metros de largura descoberto no ano passado que, aparentemente, está em rota de colisão com o planeta, e implorando aos governos que decidam uma estratégia conjunta para lidar com o problema.

A Nasa estimou que um impacto de Apophis, que atingiria a Terra em 2036, liberaria uma energia 100 mil vezes superior à liberada pela bomba de Hiroshima. Milhares de quilômetros quadrados seriam diretamente afetados pelo impacto, mas toda a Terra sofreria as conseqüências da poeira lançada na atmosfera pela explosão.

E, insistem os cientistas, há na verdade pouco tempo para decidir como agir. Num recente encontro de especialistas realizado em Londres, cientistas disseram que são necessárias décadas para projetar, construir e testar a tecnologia necessária para desviar o asteróide. Monica Grady, uma especialista em meteoritos da Universidade Aberta, afirmou:

— É uma questão de quando, não de se, haverá a colisão de um objeto com a Terra. Muitos dos pequenos objetos se partem quando atingem a atmosfera e não há impacto. No entanto, um objeto com mais de um quilômetro de largura colide com a Terra de centenas em centenas de milhares de anos. E um objeto com mais de seis quilômetros, que causa extinção em massa, de centenas em centena de milhões de anos. Já estamos atrasados para um grande impacto.

Em 2029, Terra mudaria sua órbita

Apophis vem sendo rastreado constantemente desde a sua descoberta, em junho do ano passado, mas em dezembro começou a suscitar sérias preocupações. Projetando a órbita do asteróide para o futuro, astrônomos calcularam que as chances de o objeto atingir a Terra em 2029 eram alarmantes.

Observações posteriores, no entanto, descartaram a hipótese de impacto em 2029. Naquele ano, concordam os astrônomos, o asteróide passará tão perto da Terra que causará um deslocamento do planeta e mudará sua órbita.

Assim, quando o asteróide retornar, em 2036, as chances de uma colisão seriam muito altas, segundo Alan Fitzsimmons, astrônomo da Universidade Queen, em Belfast.

Na escala de Torino — que mede as chances de um objeto atingir a Terra e na qual 10 significa colisão certa — Apophis foi classificado na categoria 4. Trata-se do número mais alto já registrado na História.

Não faltam idéias sobre como se prevenir de uma eventual colisão. O método mais popular é também o mais simples: enviar uma nave ao espaço para desviar a órbita do asteróide em rota de colisão. Um grupo de especialistas da Agência Espacial Européia lidera os esforços para projetar uma geração de satélites e foguetes capazes de realizar a façanha.

Missão Dom Quixote testará idéias nesta década

A agência européia planeja testar sua idéia com a missão Dom Quixote, programada para esta década, em que dois satélites serão enviados a um asteróide. Um deles, Hidalgo, colidirá com o asteróide em alta velocidade, enquanto o outro, Sancho, medirá a mudança de órbita do objeto.

Até mesmo o uso de naves movidas a energia nuclear vem sendo considerado

— A vantagem da propulsão nuclear é a quantidade de energia — disse Fitzsimmons. — A desvantagem é que nunca fizemos isso. Por outro lado, a propulsão solar vem sendo usada hoje por muitas naves e estamos confiantes de que funcionaria.
(O Globo, 13/12)



- Enviado por: Emilly às 19h14
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